Pessoal, olha que interessante esse texto que eu recebi! Leiam um pouco de um assunto que dá o que pensar!
TUDO MUDOU..
"Nascemos nos anos 30, 40 e 50... foi barra para mudar todos os conceitos de várias gerações.
Faz apenas 50 anos que apareceu a televisão, o chuveiro elétrico, a declaração dos direitos humanos e a revista Playboy.
Casar era pra sempre, sustentar filhos era somente até quandoeles conseguissem emprego, as certezas duravam a vida toda e os homens eram os primeiros a serem servidos na mesa de jantar.
As avós eram umas velhinhas, hoje, essas mulheres de 40 ou 50 anos viraram um "mulherão".
Todos nos vestimos como nossos filhos.
Não existem mais velhos como antigamente.Essa foi uma geração que mudou tudo.
Culpa da guerra, da pílula, da internet, da globalização, do muro de Berlim, da televisão e da tecnologia.
Até morrer ficou diferente.Na minha rua havia um velhinho que morria aos poucos.
Ficou uns dez anos morrendo e isto aconteceu logo depois de completar 57 anos.Hoje se morre com 80 ou aos 90 e é um vapt-vupt.
Com a pílula, a mulher teve os filhos que quis e ela sempre quis poucos.Como não conseguimos mais sustentar uma família, elas foram à luta e saíram para poder pagar a comida congelada, a luz e o telefone.
Se a coisa não vai bem: é fácil a separação, difícil é pagar a pensão.
Na realidade, as mães são solteiras com doze anos.
Depois serão chefes de família, com muitos filhos de muitos pais.
Em 50 anos tiraram a filosofia da educação básica, e como o pensamento era reprimido pela revolução, tudo virou libertação. Pedagogia da libertação, Teologia da libertação, Psicologia da libertação. Deu no que deu. Burrice liberada. Burrice eleita.
Para as pessoas de mais de 50 anos, palhaço era o Carequinha . Hoje o povo inteiro é meio palhaço, meio pateta.Ladrão era o Meneghetti e o Bandido da Luz Vermelha; hoje os ladrões tomaram conta dos palácios, da Câmara Federal e de uma cidade que não existia, chamada Brasília.
Ângela Guadagnin dançaria só na zona do baixo meretrício. *
Presidente da República era alfabetizado.
Experiência com feijão e algodão germinando a gente fazia na escola primária e não em vôo espacial, pago a 12 milhões de dólares.
Movimento social era reunião dançante.
Dia da mentira não era data nacional.
Piercing quem usava era índio botocudo.
Tatuagem era em criminoso do bas fond.
Mansão do lago era algo de filme de terror e não lugar onde ministro divide dinheiro.
Caseiro não era mais ético do que ministro.
Quadrilha era dança junina e não razão de existir de partido político.
O Clube dos Cafajestes eram uns inofensivos playboys cariocas e não um País inteiro.
As pessoas de mais de 50 estão assim meio tontas, mas vão levando.Fumaram e deixaram de fumar.
Beberam whisky com muito gelo, hoje tomam água mineral
Foram marxistas até descobrir quem eram Harpo, Chico e Groucho, e que o marxismo é um grande engodo.
Ninguém tem mais certeza de mais nada e a única música dos Beatles a tocar é "Help".
Pára Brasil, que os caras de mais de 50 anos querem descer!!! "
Autor desconhecido.
domingo, 7 de dezembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
O MUNDO PERFEITO
O mundo do cinema e da televisão sempre me fascinou. Não sei se pelo gosto da fama, coisa que acho até incômoda, pela qual muitos lutam incessantemente, mas pela sua beleza. Dizem que a ficção imita a vida real, mas muitas vezes acontece o contrário.
Lembro-me, quer dizer, minha mãe me conta que na época do filme “Os embalos de sábado à noite” todos os homens tentavam imitar Tony Manero, o John Travolta, em seu jeito característico de andar, sem falar que deviam sonhar em dançar como ele. O James Bond é outro exemplo. Mas por que será que as pessoas tentam ser iguais a seus ídolos do cinema e da televisão? Eu tenho um palpite. É porque eles espelham tudo o que gostaríamos de ser.
Que mulher não iria gostar de ser uma Flávia Alessandra, sedutora e sensual, uma Paola Oliveira, doce e meiga, uma Evangeline Lily, inteligente e esperta, ou uma Nicole Kidman, elegante e classuda? E que homem não gostaria de ser um Brad Pitt, um Tom Cruise, um Thiago Lacerda ou um Reynaldo Gianecchini? Essas características, isoladamente, são encontradas nas pessoas em geral, mas estas citadas acima têm uma em comum que não é tão freqüente: a beleza. E no mundo em que vivemos, o que mais importa? A beleza atrai e faz com que não queiramos nos separar dela. E é por isso que o cinema e a televisão têm esse poder sobre as pessoas, e fazem com que queiramos fazer parte deles, imitando nossos ídolos e seus personagens.
O sucesso de um filme está muito ligado a isso também. Veja por exemplo os dois últimos filmes que ganharam 11 oscars, “O senhor dos anéis, o retorno do rei” e “Titanic”. É claro que são levadas em conta também coisas como roteiro, diretor, fotografia, maquiagem, etc. Mas ambos tinham no elenco pessoas como Leonardo di Caprio, Kate Winslet, Orlando Bloom e Liv Taylor. São eles que a princípio chamam o público para frente das telas. Depois o enredo entra em cena, contribuindo para o sucesso.
É tudo tão lindo e perfeito que chegamos a pensar que todo esse elenco, tanto de Hollywood como o da Globo, não é real. É difícil imaginarmos que eles são pessoas como outras quaisquer, com problemas, crises, alegrias, altos e baixos. Como seria bom se nossa vida se transformasse em uma novela ou um filme, com começo, clímax e terminasse na hora da mais extrema felicidade.
Você já reparou que todas as histórias terminam no melhor momento? Ninguém sabe, por exemplo, se o príncipe ficava chateado com a mania de limpeza da Cinderela ou que ela se incomodava com o mau hálito dele de manhã cedo. Tudo sempre termina em casamento, uma das horas mais felizes da vida de uma pessoa. Mas e depois? Isso, nós, as pessoas comuns, as pessoas reais, teríamos que ensinar aos personagens que admiramos. Pensando bem, a graça da ficção está justamente nisso. Se nós já sabemos o final de todas as histórias, por que iríamos querer vê-lo e ouvi-lo todos os dias?
Lembro-me, quer dizer, minha mãe me conta que na época do filme “Os embalos de sábado à noite” todos os homens tentavam imitar Tony Manero, o John Travolta, em seu jeito característico de andar, sem falar que deviam sonhar em dançar como ele. O James Bond é outro exemplo. Mas por que será que as pessoas tentam ser iguais a seus ídolos do cinema e da televisão? Eu tenho um palpite. É porque eles espelham tudo o que gostaríamos de ser.
Que mulher não iria gostar de ser uma Flávia Alessandra, sedutora e sensual, uma Paola Oliveira, doce e meiga, uma Evangeline Lily, inteligente e esperta, ou uma Nicole Kidman, elegante e classuda? E que homem não gostaria de ser um Brad Pitt, um Tom Cruise, um Thiago Lacerda ou um Reynaldo Gianecchini? Essas características, isoladamente, são encontradas nas pessoas em geral, mas estas citadas acima têm uma em comum que não é tão freqüente: a beleza. E no mundo em que vivemos, o que mais importa? A beleza atrai e faz com que não queiramos nos separar dela. E é por isso que o cinema e a televisão têm esse poder sobre as pessoas, e fazem com que queiramos fazer parte deles, imitando nossos ídolos e seus personagens.
O sucesso de um filme está muito ligado a isso também. Veja por exemplo os dois últimos filmes que ganharam 11 oscars, “O senhor dos anéis, o retorno do rei” e “Titanic”. É claro que são levadas em conta também coisas como roteiro, diretor, fotografia, maquiagem, etc. Mas ambos tinham no elenco pessoas como Leonardo di Caprio, Kate Winslet, Orlando Bloom e Liv Taylor. São eles que a princípio chamam o público para frente das telas. Depois o enredo entra em cena, contribuindo para o sucesso.
É tudo tão lindo e perfeito que chegamos a pensar que todo esse elenco, tanto de Hollywood como o da Globo, não é real. É difícil imaginarmos que eles são pessoas como outras quaisquer, com problemas, crises, alegrias, altos e baixos. Como seria bom se nossa vida se transformasse em uma novela ou um filme, com começo, clímax e terminasse na hora da mais extrema felicidade.
Você já reparou que todas as histórias terminam no melhor momento? Ninguém sabe, por exemplo, se o príncipe ficava chateado com a mania de limpeza da Cinderela ou que ela se incomodava com o mau hálito dele de manhã cedo. Tudo sempre termina em casamento, uma das horas mais felizes da vida de uma pessoa. Mas e depois? Isso, nós, as pessoas comuns, as pessoas reais, teríamos que ensinar aos personagens que admiramos. Pensando bem, a graça da ficção está justamente nisso. Se nós já sabemos o final de todas as histórias, por que iríamos querer vê-lo e ouvi-lo todos os dias?
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O LIVRE ARBÍTRIO
“A expressão efeito borboleta é usada para denominar
um fenômeno no qual uma borboleta, batendo suas
asas na muralha da China, pode provocar uma tempestade
em Nova York”.
Teoria do Caos
Em 2004 o filme Efeito Borboleta fez muito sucesso. Em 2007, outro filme, Babel, com uma história completamente diferente, mas com a mesma essência, também agradou muito o público. Essa essência é a chamada Teoria do Caos. Efeito Borboleta é um filme mais fictício, no qual um garoto descobre que consegue manipular seu passado, mudando completamente sua vida no presente e, conseqüentemente, no futuro. Ele acaba descobrindo que mexer com o tempo, brincar de Deus, é uma coisa séria. Babel, por sua vez, é um filme completamente real, mostrando como um simples ato de dar um presente a alguém no Marrocos, pode afetar pessoas, no Japão e em Nova York.
A Teoria do Caos é a teoria que mais faz sentido entre todas as outras. Se fossemos pensar em todas as conseqüências de cada ato nosso, de cada decisão que tomamos, e de como nós somos afetados pelos atos e decisões dos outros, nos depararíamos com uma teia de tramas tão complexa, que o nosso tempo de vida não seria suficiente para tomarmos conhecimento dela como um todo. Não há como fugir disso, e os dois filmes ilustram muito bem essa conclusão. Analisando tudo o que já foi dito, podemos nos perguntar: mas então, nós somos completamente livres? Não. Estamos todos sujeitos às nossas próprias escolhas, e ás escolhas dos outros. Somos livres para fazer essa escolha, mas depois de feita, viramos escravos das suas conseqüências.
È por isso que devemos ter muito cuidado ao decidir o que vamos fazer das nossas vidas, porque não é só a nós mesmos que essa decisão afeta. Uma pessoa drogada, por exemplo, ao se tornar viciada, mexe com todo o seu círculo de convivência: pais, parentes e amigos. Todos vivem o terror desse vício, mesmo não sendo eles os viciados, mesmo não sendo eles que estão acabando com a própria vida. É assim com uma pessoa que resolve se tornar judia, numa família de cristãos, é assim com uma pessoa que resolve se tornar hippie em uma família tradicional. É como se nosso carma fosse exatamente esse, o de ser livre. O ser humano não podia ter responsabilidade maior do que o direito do livre arbítrio, e se nós estamos condenados a ser livres, é esse o preço que pagamos por viver.
um fenômeno no qual uma borboleta, batendo suas
asas na muralha da China, pode provocar uma tempestade
em Nova York”.
Teoria do Caos
Em 2004 o filme Efeito Borboleta fez muito sucesso. Em 2007, outro filme, Babel, com uma história completamente diferente, mas com a mesma essência, também agradou muito o público. Essa essência é a chamada Teoria do Caos. Efeito Borboleta é um filme mais fictício, no qual um garoto descobre que consegue manipular seu passado, mudando completamente sua vida no presente e, conseqüentemente, no futuro. Ele acaba descobrindo que mexer com o tempo, brincar de Deus, é uma coisa séria. Babel, por sua vez, é um filme completamente real, mostrando como um simples ato de dar um presente a alguém no Marrocos, pode afetar pessoas, no Japão e em Nova York.
A Teoria do Caos é a teoria que mais faz sentido entre todas as outras. Se fossemos pensar em todas as conseqüências de cada ato nosso, de cada decisão que tomamos, e de como nós somos afetados pelos atos e decisões dos outros, nos depararíamos com uma teia de tramas tão complexa, que o nosso tempo de vida não seria suficiente para tomarmos conhecimento dela como um todo. Não há como fugir disso, e os dois filmes ilustram muito bem essa conclusão. Analisando tudo o que já foi dito, podemos nos perguntar: mas então, nós somos completamente livres? Não. Estamos todos sujeitos às nossas próprias escolhas, e ás escolhas dos outros. Somos livres para fazer essa escolha, mas depois de feita, viramos escravos das suas conseqüências.
È por isso que devemos ter muito cuidado ao decidir o que vamos fazer das nossas vidas, porque não é só a nós mesmos que essa decisão afeta. Uma pessoa drogada, por exemplo, ao se tornar viciada, mexe com todo o seu círculo de convivência: pais, parentes e amigos. Todos vivem o terror desse vício, mesmo não sendo eles os viciados, mesmo não sendo eles que estão acabando com a própria vida. É assim com uma pessoa que resolve se tornar judia, numa família de cristãos, é assim com uma pessoa que resolve se tornar hippie em uma família tradicional. É como se nosso carma fosse exatamente esse, o de ser livre. O ser humano não podia ter responsabilidade maior do que o direito do livre arbítrio, e se nós estamos condenados a ser livres, é esse o preço que pagamos por viver.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
ATOR OU PLATÉIA?
Algumas pessoas nasceram para ser atores, outras para ser platéia. Para evitar qualquer confusão, vamos tornar as coisas mais claras. Os atores são aquelas pessoas que têm o dom de se tornar o centro das atenções, geralmente sem fazer nenhum esforço. Elas são engraçadas naturalmente, gesticulam de forma enfática, falam de uma maneira única. A platéia são aqueles que não tem o dom dos atores e só lhes resta assistir. E rir. Rir muito. Porque os atores são muito engraçados, e o que é melhor é a espontaneidade deles. Por causa disso as vezes é melhor ser platéia, porque aí quem se diverte é você. Mas o que é fato é que os atores são sempre cercados de de pessoas, de amigos e a platéia é solitária. Apesar de tudo, fica a sugestão: nunca tente ser o que você não é. Se você é ator, seja ator, se você é platéia, seja platéia, porque você nasceu assim, paciência! E se isso serve de consolo, vem uma confissão. Sou a autora desse texto, e eu sou platéia.
domingo, 7 de setembro de 2008
O COMEÇO DO FIM?
Como todos bem sabem, há 50 anos que a Rede Globo domina o mercado televisivo no Brasil com muita competência, há que se adimitir.
Mas há algum tempo que algumas coisas começaram a acontecer. Coisas que estão botando em cheque esse monopólio. Em seu livro "O Circo Eletrônico", o diretor Daniel Filho afirma com muita eloquência que em nosso país nunca duas ou mais emissoras dividiram a audiência. O que acontecia aqui era que uma ia sempre substituindo a outra. Foi assim com a Tv Tupi, com a Excelsior, com a Tv Rio. Enfim, o que está se passando?
A Rede Globo está sofrendo um défcit violento em seu elenco. Excelentes atores estão mudando de casa e migrando principalmete para a emergente Record. Veja o exemplo de Juliana Paes, que teve que sair às pressas da novlea A Favorita quando foi escalada para protagonizar a próxima novela das nove. Isis Valverde que está terminando sua participação em Beleza Pura também já está escalada para uma futura novela. Enquanto isso, atores de peso estão fora da Globo, fazendo sucesso na Record. É o caso de Lavínia Vlasack.
A questão é, o que isso significa? É o começo do fim de uma hegemonia de 50 anos? A Globo deve tomar cuidado. Agora são os atores, depois os diretores, autores, produtores...
Mas há algum tempo que algumas coisas começaram a acontecer. Coisas que estão botando em cheque esse monopólio. Em seu livro "O Circo Eletrônico", o diretor Daniel Filho afirma com muita eloquência que em nosso país nunca duas ou mais emissoras dividiram a audiência. O que acontecia aqui era que uma ia sempre substituindo a outra. Foi assim com a Tv Tupi, com a Excelsior, com a Tv Rio. Enfim, o que está se passando?
A Rede Globo está sofrendo um défcit violento em seu elenco. Excelentes atores estão mudando de casa e migrando principalmete para a emergente Record. Veja o exemplo de Juliana Paes, que teve que sair às pressas da novlea A Favorita quando foi escalada para protagonizar a próxima novela das nove. Isis Valverde que está terminando sua participação em Beleza Pura também já está escalada para uma futura novela. Enquanto isso, atores de peso estão fora da Globo, fazendo sucesso na Record. É o caso de Lavínia Vlasack.
A questão é, o que isso significa? É o começo do fim de uma hegemonia de 50 anos? A Globo deve tomar cuidado. Agora são os atores, depois os diretores, autores, produtores...
segunda-feira, 28 de julho de 2008
BATMAN MENOS HERÓICO
Poucos dias depois da estréia de um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema, "Batman, o Cavaleiro das Trevas", uma notícia inesperada assustou os fãs do herói. O intérprete de Batman, o ator Christian Bale foi preso, acusado de agredir a mãe e a irmã. Herói na história e vilão na vida real? Não importa. Mas isso contribuiu para dimunuir um pouco o brilho do filme.
Quando assistimos,ou lemos, ou escutamos histórias do tipo do Batman, ou seja, de super-heróis fantásticos que tentam salvar suas amadas, criamos, mesmo que inconscientemente, uma aura nesse herói. Ele reflete tudo o que queríamos ser e ter. É claro que Christian Bale não é nenhum Batman. Na verdade ele mostrou exatamente o contrário. Mas em nossas mentes, quando o vemos na tela interpretando o Cavaleiro Negro durante aqueles minutos, ele não é outra coisa.
É triste, portanto, quando notícias como essas chegam até nós, principalmente protagonizadas por nossos ídolos, astros do cinema e televisão.
Mas como no páis da piada pronta tudo vira motivo de risada, somos autorizados agora a chamar o Bruce, ou o Christian Bale de Batmãe... Não é mesmo José Simão?
Quando assistimos,ou lemos, ou escutamos histórias do tipo do Batman, ou seja, de super-heróis fantásticos que tentam salvar suas amadas, criamos, mesmo que inconscientemente, uma aura nesse herói. Ele reflete tudo o que queríamos ser e ter. É claro que Christian Bale não é nenhum Batman. Na verdade ele mostrou exatamente o contrário. Mas em nossas mentes, quando o vemos na tela interpretando o Cavaleiro Negro durante aqueles minutos, ele não é outra coisa.
É triste, portanto, quando notícias como essas chegam até nós, principalmente protagonizadas por nossos ídolos, astros do cinema e televisão.
Mas como no páis da piada pronta tudo vira motivo de risada, somos autorizados agora a chamar o Bruce, ou o Christian Bale de Batmãe... Não é mesmo José Simão?
sexta-feira, 4 de julho de 2008
A FAVORITA
Tenho que dizer: a trama do João Emanuel Carneira é excelente!
A Favorita é a segunda novela do autor a qual eu estou assistindo, e as duas foram muito boas!
As novelas de João Emanuel são marcadas por aberturas interessantes que tem tudo a ver com a história. Para quem não se lembra, a de Cobras & Lagartos mostrava os dois lados da sociedade, o high society e o down society, e a música não podia ser melhor escolhida: Alô, Alô Marciano, com a Elis Regina.
Já a Favorita conta a história da novela em sua abertura, ao som do tango Pa'bailar.
Parece também que o autor tem uma queda por algumas atrizes. Mariana Ximenes e Thaís Araújo estrelaram as duas histórias. Também Ângela Viera e Carmo dalla Vechia estavam presentes. Mas A Favorita ganhou um presente: Patrícia Pillar, que havia sumido por um tempo, voltou com força total! Está dando show, além de ser linda! A Mariana Ximenes também está ótima no papel de Lara, filha dividida entre duas mães. O rostinho angelical não deixa nunca a idade transparecer, e a jovem de 27 anos não parece ter mais que a personagem de 20.
Muitas teorias acerca do mistério que envolve a trama já foram formuladas. Quem matou Marcelo? Donatela (Cláudia Raia) ou Flora (Patrícia Pillar)? Há quem diga que não foi nenhuma das duas, e uma terceira pessoa entra em cena. Já ouvi dizer que o Gonçalo (Mauro Mendonça) matou o filho ao saber que ele não era seu filho, e sim fruto de um romance entre Irene (Glória Menezes) e Copola (Tarcísio Meira). Há também a hipótese de que o culpado é o mordomo Silverinha (será que o clichê vai se repetir?).
Outro mistério envolve o sequestro do filho sequestrado de Donatela e Marcelo. Ela, que já mantia um relacionamento com Dodi (Murilo Benício) teria engravidado dele. Mas com medo das consequências, subornou um médico, o dr. Salvatore, para sumir a criança, que então foi criada pela cafetina Silene (Elisângela). Sim, o filho de Donatela seria o Halley. Marcelo descobre tudo e entao perde a vida, assassinado pela mulher, Donatela, que tinha medo de perder a herança. Mas, ao descobrir que a amante de Marcelo também engravidara, ela coloca a culpa na rival, Flora, colocando-a na cadeia e criando a filha do falecido marido, garantindo de vez sua herança.
Verdade ou mentira, isso o João Emanuel nos dirá. Quanto a nós, nos divertimos tentando adivinhar o que vai acontecer!
A Favorita é a segunda novela do autor a qual eu estou assistindo, e as duas foram muito boas!
As novelas de João Emanuel são marcadas por aberturas interessantes que tem tudo a ver com a história. Para quem não se lembra, a de Cobras & Lagartos mostrava os dois lados da sociedade, o high society e o down society, e a música não podia ser melhor escolhida: Alô, Alô Marciano, com a Elis Regina.
Já a Favorita conta a história da novela em sua abertura, ao som do tango Pa'bailar.
Parece também que o autor tem uma queda por algumas atrizes. Mariana Ximenes e Thaís Araújo estrelaram as duas histórias. Também Ângela Viera e Carmo dalla Vechia estavam presentes. Mas A Favorita ganhou um presente: Patrícia Pillar, que havia sumido por um tempo, voltou com força total! Está dando show, além de ser linda! A Mariana Ximenes também está ótima no papel de Lara, filha dividida entre duas mães. O rostinho angelical não deixa nunca a idade transparecer, e a jovem de 27 anos não parece ter mais que a personagem de 20.
Muitas teorias acerca do mistério que envolve a trama já foram formuladas. Quem matou Marcelo? Donatela (Cláudia Raia) ou Flora (Patrícia Pillar)? Há quem diga que não foi nenhuma das duas, e uma terceira pessoa entra em cena. Já ouvi dizer que o Gonçalo (Mauro Mendonça) matou o filho ao saber que ele não era seu filho, e sim fruto de um romance entre Irene (Glória Menezes) e Copola (Tarcísio Meira). Há também a hipótese de que o culpado é o mordomo Silverinha (será que o clichê vai se repetir?).
Outro mistério envolve o sequestro do filho sequestrado de Donatela e Marcelo. Ela, que já mantia um relacionamento com Dodi (Murilo Benício) teria engravidado dele. Mas com medo das consequências, subornou um médico, o dr. Salvatore, para sumir a criança, que então foi criada pela cafetina Silene (Elisângela). Sim, o filho de Donatela seria o Halley. Marcelo descobre tudo e entao perde a vida, assassinado pela mulher, Donatela, que tinha medo de perder a herança. Mas, ao descobrir que a amante de Marcelo também engravidara, ela coloca a culpa na rival, Flora, colocando-a na cadeia e criando a filha do falecido marido, garantindo de vez sua herança.
Verdade ou mentira, isso o João Emanuel nos dirá. Quanto a nós, nos divertimos tentando adivinhar o que vai acontecer!
sexta-feira, 20 de junho de 2008
SEX AND THE CITY
Bom filme!
Confesso que me surpreendi, porque eu não gosto da série...
Mas o filme é muito divertido! Não preciso nem dizer a palavra que o define, pois ela está explícita em todas as cenas!
Na minha opinião, Samantha é a personagem mais engraçada! Os comentários dela são hilários, e ela possui uma sinceridade...
Carrie é um doce... não tem palavra melhor para definí-la...
Miranda é... inteligente e tem um ótimo corpo (aliás, todas tem...)
E Charlote, sem dúvida a mais bonita e que leva a vida mais normal e feliz das quatro amigas.
Quanto aos maridos, bem... sem dúvida Samantha é a que tem melhor gosto!! E o Big é o mais enrolado de todos... Steve é uma gracinha e o Harry não podia ser mais gente boa...
Recomendo Sex and the City para quem quer se distrair! Mesmo aqueles que não são fãs, assim como eu!
Confesso que me surpreendi, porque eu não gosto da série...
Mas o filme é muito divertido! Não preciso nem dizer a palavra que o define, pois ela está explícita em todas as cenas!
Na minha opinião, Samantha é a personagem mais engraçada! Os comentários dela são hilários, e ela possui uma sinceridade...
Carrie é um doce... não tem palavra melhor para definí-la...
Miranda é... inteligente e tem um ótimo corpo (aliás, todas tem...)
E Charlote, sem dúvida a mais bonita e que leva a vida mais normal e feliz das quatro amigas.
Quanto aos maridos, bem... sem dúvida Samantha é a que tem melhor gosto!! E o Big é o mais enrolado de todos... Steve é uma gracinha e o Harry não podia ser mais gente boa...
Recomendo Sex and the City para quem quer se distrair! Mesmo aqueles que não são fãs, assim como eu!
quinta-feira, 19 de junho de 2008
BRASIL x ARGENTINA
Sei que para a internet esse assunto está meio ultrapassado! O jogo foi ontem a noite, afinal, mas é um bom tema para começar!
Gente, que jogo foi aquele?? O Brasil começou jogando mal, melhorou depois mas ficou no zero a zero, o que contra a Argentina é péssimo! O Dunga, coitado até foi chamado de jumento pela torcida de Belo Horizonte, quetambém chamou pelo Filipão!
Mas o técnico da seleção foi teimoso... todos pediam o Pato para entrar, e ele, precisando de um atacante para decidir o jogo preferiu colocar o Diego (que saiu depois!), o Luís Fabiano e o Daniel Alves... resultado: empate com a Argentina e a perda da chance de a gente ficar no segundo lugar...
Pena! Tomara que o Pato jogue no próximo jogo, assim como o Kaká e os Ronaldinhos, pra ver se o time melhora!
O Dunga precisa se redimir com a torcida!
Gente, que jogo foi aquele?? O Brasil começou jogando mal, melhorou depois mas ficou no zero a zero, o que contra a Argentina é péssimo! O Dunga, coitado até foi chamado de jumento pela torcida de Belo Horizonte, quetambém chamou pelo Filipão!
Mas o técnico da seleção foi teimoso... todos pediam o Pato para entrar, e ele, precisando de um atacante para decidir o jogo preferiu colocar o Diego (que saiu depois!), o Luís Fabiano e o Daniel Alves... resultado: empate com a Argentina e a perda da chance de a gente ficar no segundo lugar...
Pena! Tomara que o Pato jogue no próximo jogo, assim como o Kaká e os Ronaldinhos, pra ver se o time melhora!
O Dunga precisa se redimir com a torcida!
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